Resolver um chamado técnico numa máquina que está em outro estado, numa filial ou na casa de um colaborador em home office ainda trava boa parte dos times de TI. É esse gargalo que o acesso remoto seguro para equipes de TI existe para resolver e é também o motivo pelo qual o Force1, plataforma de gestão de ativos de TI da Magma3, acabou de colocar no ar uma versão renovada da própria funcionalidade de Acesso Remoto, com infraestrutura própria, mais camadas de segurança e conexão mais rápida.
Neste artigo, explicamos o que muda na prática, quais recursos de segurança e agilidade chegaram junto e por que essa funcionalidade nunca é vendida separada do Force1 completo.
- O que é acesso remoto seguro e por que virou prioridade de TI
- Os riscos de dar suporte remoto sem controle
- Como funciona o novo Acesso Remoto do Force1
- Mais segurança: as camadas de proteção do novo recurso
- Mais agilidade: o que muda no dia a dia do time técnico
- O que a Magma3 já está ouvindo dos primeiros usuários
- Acesso Remoto sozinho não existe — e isso é bom pra sua operação
- Como colocar o Acesso Remoto seguro pra funcionar na empresa
- Perguntas frequentes
O que é acesso remoto seguro e por que virou prioridade de TI
Acesso remoto é a capacidade de um técnico acessar e controlar um computador à distância como se estivesse na frente dele. Isso não é novidade, a questão é como esse acesso acontece. Times de TI que ainda dependem de ferramentas avulsas, sem vínculo com a política de segurança da empresa, abrem uma porta que ninguém documenta: sem log de quem entrou, sem controle de quem pode acessar o quê, sem criptografia auditável.
Com parques de TI cada vez mais distribuídos: matriz, filiais, colaboradores em home office e equipes híbridas, esse tipo de acesso deixou de ser um recurso de conveniência e passou a ser parte da política de segurança da informação. Não à toa, esse é o mesmo raciocínio por trás de soluções corporativas voltadas a equipes de TI: controlar o acesso remoto é hoje tão relevante quanto proteger a rede.
Os riscos de dar suporte remoto sem controle
Antes de entrar no que mudou no Force1, vale nomear o problema que a maioria dos times de TI carrega sem perceber.
- Ninguém sabe dizer, com certeza, quem acessou qual máquina e quando
- A ferramenta usada não tem log de auditoria nem gravação de sessão
- O acesso depende de senha compartilhada ou de aplicativo pessoal, fora da política da empresa
- Não existe integração com o Active Directory ou Microsoft Entra ID da empresa
Cada um desses pontos vira questão em uma auditoria de segurança, em uma renovação de seguro cibernético ou em uma adequação à LGPD, três situações em que a Magma3 já viu clientes perderem tempo, e dinheiro, por não terem essa trilha documentada.
Como funciona o novo Acesso Remoto do Force1
A funcionalidade migrou para uma infraestrutura dedicada da própria Magma3, com um client próprio do Force1 e endpoint exclusivo. Na prática, para quem opera, o fluxo é direto:
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1
O técnico abre o Force1 e localiza o computador na lista de ativos, sem precisar pedir IP ou senha pro usuário
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2
A sessão de acesso remoto abre em segundos, já com criptografia ponta a ponta ativa
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3
O técnico resolve o chamado com chat, transferência de arquivos, impressão remota e suporte a múltiplos monitores
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4
Ao encerrar, a sessão fica registrada automaticamente no log de auditoria do Force1, pronta pra consulta
O resultado é uma sessão que abre em segundos, sem instalação prévia na máquina de destino, e que já nasce com log de auditoria, sem trabalho manual do técnico pra documentar o que foi feito.
Mais segurança: as camadas de proteção do novo recurso
Esse foi o eixo central da atualização. O novo Acesso Remoto do Force1 chega com seis camadas de proteção:
Criptografia ponta a ponta
AES 256 bits com troca de chaves RSA 2048/4096 bits em toda sessão remota.
Autenticação por e-mail
Camada extra de autorização: o usuário confirma o acesso do operador antes da sessão começar.
Prevenção contra ataques
Limite de tentativas de login para barrar tentativas de força bruta.
Auditoria completa
Logs exportáveis e gravação automática de todas as sessões, prontos para auditoria ou compliance.
Autenticação delegada
Integração com Active Directory e Microsoft Entra ID: o time entra com a própria credencial corporativa.
Infraestrutura dedicada
Ambiente customizável, com controle total sobre os recursos disponibilizados ao time.
Isso significa que uma sessão de suporte remoto passa a gerar evidência auditável, algo que pesa a favor da empresa tanto em certificações como ISO/IEC 27001 quanto em processos de adequação à LGPD, onde comprovar quem acessou quais dados e quando é parte da obrigação legal.
Mais agilidade: o que muda no dia a dia do time técnico
Segurança sem agilidade vira burocracia que ninguém usa. Por isso a atualização também mexeu na experiência de quem está do outro lado da tela, resolvendo o chamado:
Conexão em segundos
Acesso rápido, sem precisar instalar nada com antecedência na máquina de destino.
Acesso não assistido
Atende servidores e computadores desligados ou ociosos, sem ninguém do outro lado pra autorizar.
Baixa latência e fluidez
Tela responsiva e bom desempenho mesmo com pouca largura de banda disponível.
Suporte multidispositivo
Funciona em Windows, Mac, Linux, iOS e Android, sem depender do sistema da outra ponta.
Transferência de sessão
Um operador gerencia vários chamados ao mesmo tempo ou repassa a sessão para outro técnico, sem reiniciar a conexão.
O acesso não assistido, em especial, resolve uma dor recorrente de quem cuida de servidores e máquinas críticas: não é mais preciso ter alguém sentado na outra ponta pra autorizar a conexão.
O que a Magma3 já está ouvindo dos primeiros usuários
O próprio time de suporte da Magma3 foi o primeiro a operar a nova versão antes da migração chegar aos clientes.
50 mil vezes melhor.
Entre os pontos mais citados no treinamento interno de lançamento estão a ferramenta multiplataforma (Windows, Mac, Linux, iOS e Android), o uso “click-play”, sem etapas extras pra iniciar uma sessão, mais recursos de administração e a possibilidade de customização avançada conforme a política de cada empresa.
Acesso Remoto sozinho não existe, e isso é bom pra sua operação
Um ponto importante: o Acesso Remoto nunca é contratado como produto isolado. Ele vive dentro do Force1, e quem assina o Acesso Remoto leva a plataforma completa de gestão de ativos de TI da Magma3 junto, sem custo adicional. Isso inclui:
- Inventário de ativos em tempo real
- Gestão inteligente de licenciamento de software
- Deploy remoto de programas em minutos
- Geolocalização de equipamentos
- Módulo de mensageria corporativa
Pra um CIO, isso resolve o chamado técnico de hoje. Pra um CFO, resolve a pergunta de amanhã — quanto a empresa está pagando por licença ociosa e ferramenta redundante. A lógica é simples: acesso remoto pra resolver hoje, Force1 completo pra controlar o parque de TI depois.
Como colocar o Acesso Remoto seguro pra funcionar na empresa
A ativação é simples e não tem custo extra pra quem já usa o Force1: basta liberar o client do Acesso Remoto no antivírus e no firewall corporativo e, se a empresa já usa Active Directory ou Microsoft Entra ID, ativar a autenticação delegada pra que o time entre com a própria credencial corporativa — sem senha extra pra gerenciar.
Times que já têm o Force1 ativo não precisam contratar nada além disso. Quem ainda não usa a plataforma pode testar o inventário de TI do Force1 e conhecer o Acesso Remoto na sequência.
Perguntas frequentes
Não. O Acesso Remoto é uma funcionalidade do Force1 e vem incluída na plataforma completa de gestão de ativos de TI, sem cobrança adicional.
Não necessariamente. A migração para o novo Acesso Remoto do Force1 costuma acontecer junto com a adoção da plataforma de gestão de ativos, então o time ganha as duas coisas na mesma implementação, sem precisar manter duas ferramentas em paralelo.
Sim. O recurso de acesso não assistido permite atender servidores e computadores ociosos ou sem usuário logado, sem depender de alguém do outro lado pra liberar a conexão.
As sessões usam criptografia ponta a ponta (AES 256 bits, com troca de chaves RSA 2048/4096 bits), têm limite de tentativas de login para evitar ataques de força bruta, e geram log de auditoria com gravação automática, disponível para exportação.
Sim. A autenticação delegada permite que o time acesse com a própria credencial corporativa, já integrada ao diretório da empresa.
Para quem já usa o Force1, a ativação depende apenas de liberar o client nas exceções de antivírus e firewall. Para empresas novas, o processo começa por um teste gratuito ou uma conversa com um consultor Force1, que orienta a implementação completa.

