Como evitar vazamento de dados na infraestrutura de TI em 2026

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Vazamento de dados não é um evento isolado ou um problema pontual de segurança. É uma ameaça clara de risco financeiro, jurídico e reputacional direto para as empresas.

Ambientes distribuídos, trabalho remoto, uso intenso de nuvem e múltiplos endpoints tornaram a infraestrutura de TI mais complexa e mais difícil de controlar.

Nesse cenário, a falta de visibilidade sobre dados, ativos e acessos cria brechas silenciosas, muitas vezes exploradas sem que a TI perceba.

Evitar vazamento de dados deixou de ser apenas uma questão técnica. É uma decisão de governança, que exige controle estruturado, políticas claras e ferramentas especializadas.

  

Vazamento de dados começa na falta de controle

Grande parte dos vazamentos não acontece por ataques sofisticados, mas por exposição indevida de informações dentro da própria infraestrutura.

Isso inclui:

· cópia não autorizada de arquivos sensíveis,

· envio de dados para e-mails pessoais ou serviços em nuvem,

· uso de dispositivos removíveis sem controle,

· acessos fora do contexto permitido.

Quando a TI não consegue responder com clareza quem acessa o quê, de onde e com qual finalidade, o vazamento passa a ser uma questão de tempo,

 

Por que DLP se tornou essencial na infraestrutura de TI

DLP, ou Data Loss Prevention, é o conjunto de políticas e tecnologias voltadas a identificar, monitorar e controlar o uso de dados sensíveis dentro da infraestrutura de TI.

Seu foco não está apenas em armazenar dados com segurança, mas em governar como essas informações são acessadas, manipuladas e transferidas.

Uma estratégia de DLP bem estruturada permite:

· identificar dados sensíveis em uso, em repouso e em trânsito,

· aplicar políticas de bloqueio, alerta ou auditoria,

· evitar transferências indevidas de informações,

· manter rastreabilidade para auditorias e compliance.

O foco não está apenas em armazenar dados com segurança, mas em controlar o uso desses dados ao longo de toda a operação.

Com esse nível de controle, a TI consegue aplicar regras claras sobre o que pode ou não ser feito com informações sensíveis, independentemente de onde o usuário esteja ou qual dispositivo esteja utilizando.

Nesse contexto, o DLP deixou de ser uma solução complementar e passou a atuar como camada central de proteção dos dados, integrada à gestão de ativos e à segurança da infraestrutura.

 

DLP como parte da gestão de ativos de TI

Vazamento de dados raramente acontece fora do contexto dos ativos. Ele ocorre nos endpoints, nos dispositivos, nos softwares e nos usuários.

Por isso, DLP precisa atuar de forma integrada à gestão de ativos de TI, considerando:

· quais dispositivos acessam dados sensíveis,

· quais softwares permitem manipulação dessas informações,

· quais usuários têm permissão para copiar, enviar ou armazenar dados.

Sem essa integração, políticas de segurança se tornam genéricas e fáceis de contornar.

 

Nuvem exige mais controle, não menos

O uso de nuvem ampliou mobilidade e produtividade, mas também aumentou a superfície de exposição dos dados.

Compartilhamentos indevidos, permissões mal configuradas e sincronizações automáticas podem expor informações críticas sem que a TI perceba.

DLP permite:

· controlar uploads e downloads,

· impedir envio de dados sensíveis para serviços não autorizados,

· auditar acessos e movimentações,

· aplicar políticas consistentes independentemente da localização do usuário.

 

Senhas fortes são parte do processo, mas não resolvem vazamento sozinhas

Boas práticas de autenticação são importantes, mas não suficientes.

Mesmo com senhas fortes e autenticação multifator, um usuário autorizado pode:

· copiar dados indevidamente,

· enviar informações para fora da empresa,

· armazenar arquivos sensíveis em locais não permitidos.

DLP atua exatamente nesse ponto, controlando o que pode ser feito com a informação, não apenas quem acessa o sistema

 

Prevenção de vazamento como decisão de governança

Evitar vazamento de dados exige mais do que conscientização ou boas práticas isoladas. Exige:

· visibilidade,

· políticas claras,

· ferramentas especializadas,

· integração com a gestão de ativos e segurança.

Empresas que tratam esse tema de forma estruturada reduzem riscos, fortalecem compliance e ganham previsibilidade operacional.

Para líderes de TI que precisam proteger dados sensíveis sem comprometer produtividade e operação, prevenir vazamento exige controle estruturado e soluções especializadas.

Ferramentas de DLP integradas à gestão de ativos permitem aplicar políticas consistentes, reduzir riscos e manter a governança da infraestrutura de TI. Conheça as soluções da Magma3 para proteção de dados e segurança da informação.

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