Quando se fala em vazamento de dados, é comum imaginar uma ação maliciosa, premeditada. Alguém com más intenções, invadindo sistemas ou compartilhando informações sigilosas com terceiros.
Mas e se o risco não estiver na má-fé, e sim na desatenção? E se o maior ponto de fragilidade da sua empresa estiver justamente na boa vontade de quem tenta ajudar?
A verdade é dura: colaboradores bem-intencionados também vazam dados. E fazem isso todos os dias sem saber. Às vezes ao enviar um e-mail para o destinatário errado.
Às vezes, ao salvar um arquivo confidencial em uma pasta pública. Ou, ao tirar um print de uma informação sensível para facilitar uma entrega.
A solução não depende de treinamentos intermináveis nem de uma cultura rígida de controle. Ela depende de automatização inteligente.
Quando o erro é humano, a resposta precisa ser sistêmica
Vivemos num mundo em que o volume de informações transacionadas por dia dentro de uma empresa é gigantesco e tende a crescer.
E por mais bem treinadas que sejam as equipes, o erro humano é inevitável. Ele não acontece por má vontade. Acontece porque nenhum profissional consegue estar 100% atento, 100% do tempo.
Diferente de outros erros operacionais, quando o que escapa são dados, as consequências ultrapassam o operacional. Entram no campo do compliance, jurídico e reputacional. Vazamentos, mesmo os acidentais, podem expor informações de clientes, contratos, estratégias, dados financeiros.
É por isso que confiar apenas no comportamento não é suficiente. É preciso criar barreiras técnicas que proíbam, alertem ou interrompam automaticamente ações que colocam dados em risco.
O Alaska observa o que ninguém está olhando e age antes que o problema comece
O Alaska Cross Security é uma solução de Data Loss Prevention (DLP) que atua exatamente nesse ponto cego: o da boa intenção com potencial destrutivo. Ele monitora, em tempo real, tentativas de transferência, compartilhamento, salvamento ou envio de dados sensíveis mesmo que feitas de forma acidental.
E mais importante: ele age sem travar o fluxo de trabalho, sem gerar pânico, sem transformar o ambiente em um sistema de punição.
O Alaska trabalha nos bastidores com base em políticas configuráveis que detectam:
- Copiar e colar dados confidenciais em locais não autorizados;
- Uploads em serviços de nuvem sem controle (Google Drive, Dropbox, etc.);
- Prints de sistemas com informações protegidas;
- Envio de documentos sensíveis por e-mail para domínios externos;
- Tentativas de gravação ou exportação não autorizada de arquivos corporativos.
Tudo isso sem impactar a produtividade e com respostas automáticas como bloqueio, alerta ou log para auditoria.
Confiança não se opõe ao controle, ela nasce dele
Pode parecer contraditório, mas implementar uma estratégia DLP com o Alaska é, na prática, um gesto de confiança institucional. Não se trata de vigiar ou punir. Trata-se de criar uma estrutura que protege o colaborador da falha humana inevitável.
Quando a empresa adota medidas de prevenção automatizada, ela está dizendo: “Sabemos que você faz o seu melhor e vamos garantir que, mesmo assim, nada escape.”
Isso é maturidade organizacional. É construir segurança sem fricção, sem ruído e sem culpa.
O DLP permite rastreabilidade clara, o que reforça boas práticas, fortalece a conformidade com normas como a LGPD e oferece à liderança dados confiáveis para tomar decisões não suposições.
LGPD: boas intenções não isentam responsabilidade
A Lei Geral de Proteção de Dados é clara: a empresa é responsável por proteger os dados que coleta, armazena e processa. E essa responsabilidade é objetiva, ou seja, não depende de intenção. Um vazamento causado por engano pode gerar:
- Notificações e fiscalizações da ANPD;
- Multas que chegam a 2% do faturamento anual, limitadas a R$ 50 milhões por infração;
- Danos à imagem da marca e quebra de confiança de clientes e parceiros.
Ou seja: a intenção do colaborador não protege a empresa da penalidade. Apenas a prevenção técnica faz isso.
E mais: estar em conformidade com a LGPD não é apenas ter uma política escrita. É ter mecanismos reais, ativos e auditáveis de proteção. O Alaska entrega tudo isso com eficiência.
Alaska Cross Security: o cuidado que se antecipa ao erro
O Alaska não é uma barreira. Ele atua de forma transparente, sem atritos, integrando-se ao cotidiano digital da empresa. Seu foco não é punir quem erra, mas evitar que o erro aconteça. E se acontecer, garantir que ele seja neutralizado antes de virar crise.
Com o Alaska, sua empresa ganha:
- Visibilidade sobre todos os dados sensíveis circulando nos sistemas internos e na nuvem;
- Bloqueios automáticos a ações arriscadas com base em regras configuráveis;
- Alertas em tempo real para equipe de segurança da informação;
- Relatórios completos e rastreáveis para auditoria e compliance;
- Um ambiente seguro sem travar a produtividade da equipe.
Tudo isso de forma leve, ágil e adaptável.
Proteger dados é proteger pessoas, cultura e reputação
Colaboradores bem-intencionados também vazam dados e está tudo bem. O que não está bem é não agir sabendo disso.
A prevenção precisa ser parte da cultura organizacional, mas ela só se sustenta quando amparada por tecnologia que transforma esse cuidado em ação concreta.
Com o Alaska, a Magma3 entrega uma solução que protege sem paralisar, controla sem punir, educa sem intimidar. Dados são ativos, mas acima de tudo, são compromissos. E proteger o que importa é o que garante a sustentabilidade do que se constrói.
Você já protegeu seus dados contra a má-fé.
Agora é hora de protegê-los contra o inevitável.