5 razões para tratar licenciamento de software como prioridade em TI

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Para líderes de TI, a discussão sobre software licenciado não é uma questão conceitual ou jurídica. É uma decisão prática, que afeta previsibilidade financeira, segurança do ambiente e exposição a riscos operacionais.

Em ambientes cada vez mais complexos, com múltiplos contratos, modelos SaaS, trabalho híbrido e auditorias recorrentes, não controlar licenciamento é um problema estrutural.

Mais do que “usar software original”, o desafio atual é ter visibilidade, controle e aderência entre o que foi contratado e o que realmente está em uso.

A seguir, destacamos 5 principais motivos pelos quais o licenciamento de software precisa ser tratado como parte da estratégia de TI em 2026.

 

1. Controle financeiro e previsibilidade de custos

Sem controle de licenças, o orçamento de TI se torna reativo.

É comum que empresas:

· renovem contratos sem saber o que está sendo utilizado,

· comprem licenças adicionais por falta de visibilidade,

· mantenham softwares ociosos ativos por anos.

Licenciamento bem gerenciado permite:

· alinhar contratos X uso real,

· eliminar desperdícios recorrentes,

· planejar custos com previsibilidade.

Para o gestor de TI, isso significa menos surpresas no orçamento e eficiência operacional.

 

2. Redução direta de riscos de auditoria e penalidades

O risco associado ao licenciamento não está apenas no uso ilegal explícito, mas nas inconsistências.

Ambientes sem controle adequado ficam expostos a:

· divergência entre licenças contratadas e instalações reais,

· uso acima do permitido,

· contratos vencidos ou mal gerenciados.

Essas situações geram correções emergenciais, custos inesperados e alto esforço operacional do time de TI quando o problema já está instalado.

 

3. Segurança do ambiente e integridade dos sistemas

Softwares sem origem confiável ou fora de controle ampliam riscos de segurança.

Além da possibilidade de código malicioso, ambientes sem gestão adequada de licenças tendem a apresentar:

· versões desatualizadas,

· falhas de patching,

· ausência de suporte do fabricante.

O impacto aparece em incidentes, indisponibilidade e aumento do custo de resposta a falhas de segurança.

 

4. Acesso a suporte e atualizações críticas

Licenciamento não garante apenas direito de uso. Ele garante continuidade operacional.

Sem suporte do fabricante, a empresa perde:

· correções críticas,

· atualizações de segurança,

· apoio técnico em falhas ou incidentes.

Na prática, isso reforça a dependência do time interno para resolver problemas que poderiam ser tratados com apoio especializado

 

5. Governança: tecnologia, compliance e negócio

Licenciamento não é um tema isolado da TI. Ele impacta compliance, jurídico, financeiro e auditorias.

Empresas que tratam licenciamento como parte da governança tecnológica:

· reduzem riscos legais,

· fortalecem processos de auditoria,

· demonstram maturidade operacional ao mercado.

Esse alinhamento se torna cada vez mais relevante em ambientes regulados e cadeias de fornecedores mais exigentes.

 

Licenciamento é parte da estratégia de gestão de ativos

Em 2026, licenciamento de software não pode ser tratado como um controle paralelo ou manual.

Ele faz parte de uma visão mais ampla de gestão de ativos, governança e eficiência financeira. Sem visibilidade integrada entre hardware, software e contratos, a TI perde controle e previsibilidade.

Soluções especializadas permitem centralizar informações, cruzar uso real com licenciamento contratado e apoiar decisões com dados confiáveis, sem aumentar a complexidade operacional do time.

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